Durante Mr. Olympia 2025Las Vegas, Nevada, Estados Unidos, o peso‑pesado fisiculturista brasileiro Ramon Dino, nascido no Acre e com 38 anos, subiu ao palco da categoria Classic Physique na esperança de fechar sua primeira vitória mundial.
O torneio, que se estende pelos dias 10 e 11 de outubro no Resorts World Theatre, reúne quase 50 atletas do Brasil e conta com a organização da Fitness Federation International (FFI). Em 2024, o canadense Chris Bumstead levou o troféu e o prêmio de US$ 50 mil, estabelecendo a referência que Dino quer superar.
Criado por Joe Weider em 1965, o Mr. Olympia 2025 segue a tradição de ser o ápice do fisiculturismo profissional. A competição mudou de sede ao longo das décadas, mas desde 2020 tem sua base em Las Vegas, capital do espetáculo de força e estética. A última edição, realizada em 2024, marcou o retorno de Dino ao pódio, porém apenas com a quarta colocação, gerando US$ 7 mil de premiação.
Para entender a trajetória de Dino, vale resgatar os números: em 2021 ele estreou na quinta posição (sem pagamento), em 2022 e 2023 garantiu o vice‑campeonato – US$ 20 mil cada – e em 2024 recolheu US$ 7 mil. No total, até hoje o atleta somou US$ 47 mil em prêmios, o que equivale a cerca de R$ 260 mil na cotação atual.
O montante total distribuído em 2025 ultrapassa US$ 1,5 milhão (aprox. R$ 8,28 milhões), mantido nos mesmos patamares de 2024. Só os quatro primeiros colocados de cada categoria recebem dinheiro, conforme tabela oficial divulgada pelos organizadores:
Os valores são fixos para todas as categorias – desde Open até Wellness – e são pagos logo após a cerimônia de entrega. A transparência é garantida pelo site oficial mrolympia.com e confirmada por veículos como Depor.com.
No primeiro dia, o Brasil já colecionou dois títulos. Eduarda Bezerra venceu a categoria Wellness, superando a compatriota Isa Nunes em uma disputa acirrada. Já Natália Coelho sagrou-se bicampeã da Women's Physique, derrotando a norte‑americana Sarah Villegas, que ficou em segundo.
Outras brasileiras marcaram presença: Leyvina Barros garantiu o terceiro lugar na Women's Bodybuilding – Open, enquanto Alcione Santos Barreto ficou em quinto. Ainda no quadro geral, atletas como Vitalii 'Goodvito' Ugolnikov (categoria Open) e Fran Barrios (212) completam a delegação.
Dino chegou a Las Vegas já com a confiança de quem já esteve no pódio duas vezes. "Estou focado, treinei tudo para melhorar a retenção de água e evitar a transpiração excessiva que me atrapalhou em 2024", afirmou o atleta em entrevista coletiva antes da competição.
Além do canadense Bumstead, o elenco inclui nomes de peso‑pesado como Hadi Choopan (Irã), Urs Kalecinski (Alemanha), Martin Fitzwater (EUA), Chenglong Shen (China) e Dorian Haywood (EUA). Todos eles trazem histórias de superação que aumentam o nível de disputa, tornando o caminho de Dino ainda mais desafiador.
Na categoria Fitness Olympia, a ghanesa Michelle Fredua‑Mensah dominou, seguida por Jaclyn Baker e Taylor Learmont. Embora não façam parte da categoria Classic Physique, esses resultados dão indicações sobre a preparação física e a tendência de desempenho que pode influenciar a pontuação de julgamento.
O sucesso dos atletas brasileiros eleva o interesse pelo esporte no país, despertando mais patrocinadores e academias especializadas. Segundo dados da Associação Brasileira de Fisiculturismo (ABF), a filiação de clubes aumentou 12% nos últimos dois anos, impulsionada pelos resultados de Dino e companhia.
Além disso, a transmissão ao vivo para mais de 150 países traz visibilidade global ao mercado de suplementos e equipamentos, que devem registrar picos de vendas nas próximas semanas. Analistas da Bloomberg apontam que eventos como o Mr. Olympia 2025 podem gerar até US$ 200 milhões em receita indireta para a indústria de fitness.
Com a cerimônia de encerramento prevista para a noite de 11 de outubro, ainda há margem para reviravoltas. Caso Dino conquiste o título, ele se juntará a lendas como Lee Haney e Flex Welter, consolidando sua trajetória de cinco edições consecutivas. Caso não, o atleta já tem planos de refinar a dieta e a estratégia de hidratação para a próxima temporada.
Enquanto isso, o público acompanha as redes sociais dos competidores, onde postagens de bastidores, treinos e celebridades do bodybuilding alimentam a conversa. "A energia aqui é indescritível", disse um fã presente no Resorts World Theatre, ressaltando que o espetáculo vai muito além dos troféus.
O vencedor recebe US$ 50 mil, o que equivale a aproximadamente R$ 276 mil na cotação atual. Esse valor é comum a todas as categorias do Mr. Olympia 2025.
Eduarda Bezerra venceu a categoria Wellness, Natália Coelho tornou‑se bicampeã da Women's Physique, Leyvina Barros ficou em terceiro na Women's Bodybuilding – Open e Alcione Santos Barreto ocupou a quinta posição na mesma categoria.
Além do atual campeão Chris Bumstead, destacam‑se Hadi Choopan (Irã), Urs Kalecinski (Alemanha) e Martin Fitzwater (EUA), todos com histórico de pódios em edições anteriores.
Os valores atraem mais atletas a buscar patrocínios e treinamento profissional, elevando a qualidade dos campeonatos nacionais e impulsionando o mercado de suplementos, academias e eventos relacionados.
Criado em 1965, o Mr. Olympia definiu o padrão de excelência no fisiculturismo mundial. Vencedores tornam‑se ícones globais, influenciando dietas, treinos e a própria cultura fitness por gerações.
Bárbara Dias
outubro 12, 2025 AT 03:20Observa‑se, evidentemente, que o cenário do fisiculturismo brasileiro tem evoluído; os prêmios aumentam, os atletas se destacam, e o público acompanha avidamente.
Gustavo Tavares
outubro 19, 2025 AT 07:00Que drama, rapaz! O peso‑pesado brasileiro vai encarar os gigantes do mundo e ainda tenta driblar a própria transpiração? Isso é tipo filme de ação, mas com halteres e suor escorrendo. A gente sente a tensão, como se fosse um duelo de titãs em Las Vegas, e o público vibra a cada pose. Se o Dino não vencer, vai ser só mais um capítulo triste na saga dos quase‑campeões. Mas, ó, quem sabe ele não surpreende e transforma tudo num espetáculo épico?
Jaqueline Dias
outubro 26, 2025 AT 09:40Parabéns a todos os atletas que estão colocando o Brasil no topo do fisiculturismo! É inspirador ver a dedicação de Dino e das demais competidoras. Continuemos apoiando esse crescimento com respeito e entusiasmo.
Raphael Mauricio
novembro 2, 2025 AT 13:20O clima está eletrizante, e a expectativa está nas alturas. Dino tem tudo para brilhar, basta manter a concentração.
Heitor Martins
novembro 9, 2025 AT 17:00Olha, cê acredita que o cara tá tão focado que já passou a hora de tomar café? Tá todo confiante, parece que vai ganhar o ouro de bandeja! Só faltou ele trazer a gente um troféu de pelúcia pra gente brincar. 😂
Gustavo Manzalli
novembro 16, 2025 AT 20:40Os números são claros: Dino tem a força de um dragão e a elegância de um bailarino. Se ele não subir ao pódio, alguém vai ter que explicar o que realmente importa nesse esporte.
Pedro Grossi
novembro 24, 2025 AT 00:20Dino tem demonstrado consistência nos treinos, incluindo periodização apropriada e controle de volume. Essa abordagem metódica costuma compensar em competições de alto nível.
sathira silva
dezembro 1, 2025 AT 04:00É uma honra ver um compatriota representando o Brasil naquele palco iluminado! Que a energia de Las Vegas impulsione cada pose e que o público sinta a potência brasileira.
yara qhtani
dezembro 8, 2025 AT 07:40O índice de retenção hídrica e a estratégia de macrociclagem dos atletas são fatores críticos na performance. Recomendo monitoramento constante de bioimpedância para otimizar o resultado.
Carolinne Reis
dezembro 15, 2025 AT 11:20É impressionante como o Brasil tenta se impor no cenário mundial; porém, não podemos negar que ainda dependemos de patrocínios estrangeiros, não é mesmo? Afinal, o dinheiro vem de fora, enquanto a gente só tem talento. Mas, tudo bem, continuamos lutando, né???
Workshop Factor
dezembro 22, 2025 AT 15:00Ao analisar a estrutura de premiações do Mr. Olympia 2025, observa‑se uma distribuição que prioriza os quatro primeiros colocados, com valores decrescentes entre US$ 50 mil e US$ 7 mil. Essa escala de recompensas cria um incentivo econômico significativo para os atletas que almejam o pódio. Além disso, o fato de que todas as categorias compartilham o mesmo patamar salarial aumenta a competitividade inter‑disciplinar. No caso específico de Ramon Dino, seu histórico de vice‑campeonato em 2022 e 2023 demonstra consistência de alto nível, porém a queda para a quarta posição em 2024 pode indicar questões de preparação ou estratégia de hidratação. O atleta relatou que trabalhou a retenção de água, um aspecto fisiológico crucial para a definição muscular nas categorias Classic Physique. Essa preocupação com a química corporal pode ser decisiva, mas também depende da capacidade de manter volume muscular sem excessiva retenção de líquido subcutâneo. Por outro lado, a concorrência inclui nomes consagrados como Chris Bumstead, Hadi Choopan e Urs Kalecinski, cujas performances são historicamente robustas. A presença de treinadores de elite e equipes de nutrição avançada nos bastidores desses competidores eleva ainda mais o nível de preparação. Além do aspecto físico, a avaliação subjetiva dos juízes, baseada em simetria, densidade e apresentação, ainda mantém um grau de variabilidade que pode favorecer atletas que dominam a pose de palco. A mídia global também exerce influência, pois a exposição nas redes sociais pode gerar um viés de popularidade, ainda que não oficialmente reconhecido. No panorama econômico, a premiação total de US$ 1,5 milhão dinamiza o mercado de suplementos, equipamentos e patrocinadores, impactando a indústria fitness brasileira, que observa um crescimento de 12% nas filiações de clubes. Por fim, o futuro de Dino dependerá da capacidade de maximizar seu ponto forte - estética clássica - enquanto corrige deficiências de hidratação que o prejudicaram no ano anterior. Se conseguir alinhar todos esses fatores, a vitória é plausível; caso contrário, o caminho para 2026 se apresentará como um novo ciclo de ajustes.
Rodolfo Nascimento
dezembro 29, 2025 AT 18:40É evidente que o aumento dos prêmios está transformando o cenário, mas não podemos fechar os olhos para a influência das marcas internacionais que controlam grande parte do financiamento. O que realmente importa é a meritocracia do esporte. :)
Júlia Rodrigues
janeiro 5, 2026 AT 22:20Sério, esse hype todo não passa de marketing barato.
Marcela Sonim
janeiro 13, 2026 AT 02:00Adoro ver o Brasil brilhar nos palcos internacionais! 🌟💪